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O edital do concurso da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) foi divulgado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (20). Como já havia sido adiantado pelo governador Camilo Santana, serão 40 vagas ofertadas, sendo 35 para o cargo de Pesquisador e cinco para Analista de Suporte à Pesquisa. Todas as oportunidades exigem Ensino Superior.

As vagas para Pesquisador serão divididas em cinco especialidades: Recursos Ambientais, Recursos Hídricos, Meteorologia, Monitoramento e Informática. Conforme consta no edital, cada uma destas áreas terão ainda atuações específicas. Já para o cargo de Analista, as oportunidades são para Ciências Contábeis e Administração.

As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, por meio do site da Comissão Executiva do Vestibular da Universidade Estadual do Ceará (CEV/UECE), e terão início no 1º dia útil após decorrido o prazo de 15 dias corridos, contados a partir do 1º dia útil da data de circulação do Diário Oficial desta sexta-feira. O cronograma com todos os detalhes também ficará disponível no site da CEV/UECE.

O valor da taxa de inscrição do concurso da Funceme será de R$ 130 para ambos os cargos.

O processo será composto de duas fases: a primeira será prova objetiva de múltipla escolha, de caráter eliminatório e classificatório para os dois cargos, e prova discursiva/dissertativa, também de caráter eliminatório e classificatório, para o cargo de Pesquisador. A segunda constará de avaliação de títulos, de caráter apenas classificatório para ambos os cargos. A aplicação das provas será em Fortaleza.

O prazo de validade do concurso será de dois anos contados da data de publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período. Todos os demais detalhes podem ser conferidos por meio do Diário Oficial do Estado.

Com o constante trabalho para resolver pendências judiciais ou extrajudiciais por meio do diálogo e da conciliação em precatórios que têm o Estado como devedor, a Procuradoria-Geral do Estado do Ceará (PGE-CE) informa que quem possui precatórios de processos trabalhistas do Estado do Ceará tem a oportunidade de antecipar o recebimento de seu crédito.

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 7ª Região lançou edital 03/2018 divulgando a abertura do processo para habilitação de credores interessados em participar das audiências de conciliação. O período começa segunda-feira, 23 e vai até o dia 18 de maio de 2018.

Para solicitar a audiência, a parte deve fazer uma petição no processo do respectivo precatório, informando o interesse em fazer acordo. O pedido de inclusão em pauta de conciliação também pode ser feito por petição dirigida ao Juízo Auxiliar de Conciliação de Precatórios do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região, com protocolo direto no órgão ou pelo endereço eletrônico (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.). Após protocolizado o pedido do credor informando o interesse em conciliar, o valor do crédito será atualizado e as partes intimadas para comparecimento à audiência.

As negociações, permitidas constitucionalmente, são dispositivos essenciais para realizar a quitação dos passivos em nome do Estado do Ceará em um tempo mais curto, com menor sacrifício para os cofres públicos em um momento de dificuldades econômicas e com vantagens também para os credores que, poderão dispor efetivamente do seu crédito.

A conciliação em precatório é um dos mecanismos adotados pela PGE como maneira rápida e eficaz para resolver embates por meio de acordo entre as partes. Por intermédio das audiências de conciliação, 116 pessoas já foram beneficiadas em 2018.

Com informações da PGE

Sexta, 20 Abril 2018 18:20

Rendimento médio do cearense cresce em 2017

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O Ceará apresentou um aumento em sua massa mensal de rendimento, passando de R$ 4,7 bilhões em 2016 para R$ 5,1 bilhões em 2017, enquanto que o Brasil, no mesmo período registrou queda de R$ 197,5 bilhões para R$ 194,2 bilhões. A média do Ceará ficou estabelecida, em 2017, em R$ 1.503 reais (R$ 73 reais maior quando comparada à média do ano anterior, ou seja, uma variação positiva de 5,10 p.p) e, apesar de não apresentar grandes diferenças com a média nordestina, mostrou-se 45 por cento menor do que a média brasileira (estabelecendo uma diferença de R$ 675 reais).

Os dados estão no Enfoque Econômico nº 183 – Rendimento de todas as fontes 2016 e 2017 no Ceará, que acaba de ser lançado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), e que tem como autores Dércio Nonato Chaves de Assis e Luciana de Oliveira Rodrigues, assessores Técnicos, e a técnica Rayén Heredia Peñaloza, todos do Instituto. O estudo, ao analisar os rendimentos médios mensais de acordo com o gênero, constata que, em ambos os gêneros, os rendimentos tiveram uma variação positiva quando comparados os anos de 2016 e 2017 para o Brasil, Nordeste e Ceará.

O Brasil apresentou uma pequena diferença entre as variações dos rendimentos entre os gêneros no período analisado (1,3 p.p para os homens e 1,7 p.p para as mulheres), Já o Nordeste e o Ceará apresentaram uma variação maior nos rendimentos dos homens quando comparados aos das mulheres – no Nordeste as variações foram de 7,6 p.p para os homens e 2,9 p.p para as mulheres. No Ceará as variações foram de 7,9 p.p e 0,6 p.p nesta mesma ordem.

Em 2017, o Ceará apresentou uma taxa de proximidade (isto é, a proporção de rendimentos das mulheres em relação ao dos homens) de 81,31 por cento, onde os rendimentos médios mensais para homens e mulheres foram de R$ 1.627,00 e R$ 1.323,00, respectivamente. Já o Brasil, apesar deste apresentar uma grande diferença entre os rendimentos, tanto para os homens, quanto para as mulheres, quando comparado ao Ceará, apresentou uma taxa de proximidade menor de apenas 77,5 por cento, mostrando uma maior desigualdade salarial entre os gêneros.

Instrução
O nível de instrução da população ocupada representa um importante indicador, uma vez que o rendimento de um indivíduo ao longo da sua vida tende a apresentar uma correlação positiva com seu grau de instrução alcançado. Em 2017, aqueles que não haviam se quer completado o ensino fundamental representavam 31,9 por cento da população ocupada no Ceará. Dentro deste grupo, aqueles que não tinham qualquer grau de instrução, ou menos de um ano de estudo, possuíam o menor rendimento médio mensal entre os grupos analisados de 594 reais (apresentando uma variação negativa de 3,3 p.p quando comparado ao ano anterior) e, aqueles que não haviam completado o ensino fundamental, apresentaram um rendimento de 794 reais (uma queda de 1,1 p.p dentro do período analisado).

A proporção da população ocupada no Ceará que havia concluído o ensino médio era de 52,1 por cento em 2017 e seu rendimento médio era de R$ 1.366,00. Apesar de apresentar uma diferença pequena quando comparado ao Nordeste, o Ceará foi o único que apresentou uma variação negativa (de 1,1 p.p) em relação ao ano anterior. Por último, apenas 14,1 por cento da população analisada possuía superior completo com um rendimento médio de R$ 4.152,00. Tal rendimento constatou-se como sendo 3,04 vezes maior quando comparado àqueles com ensino médio completo e 5,54 vezes quando comparado ao rendimento daqueles que não possuíam o ensino fundamental completo.

E, mesmo sendo próximo do rendimento da população nordestina com o mesmo grau de instrução, ainda é 1,23 vezes menor quando comparado ao Brasil. É importante destacar a variação positiva nos rendimentos recebidos pelos cearenses que possuíam ensino superior no período. Para os que possuíam ensino superior incompleto a variação foi de 4 p.p e 1,3 p.p para aqueles que já haviam concluído o ensino superior.

Concentração
O estado do Ceará detinha, em 2016, um rendimento médio dos 50 por cento mais pobres de R$ 507,00, passando para R$ 497,00 em 2017. Em termos relativos, esses valores são similares à região Nordeste, contudo, inferiores à média nacional. O estudo mostra que o percentual do rendimento médio dos 50 por cento da população com os menores rendimentos no Ceará em 2016 representava 65,6 por cento do rendimento médio desse grupo para o Brasil, já em 2017 esse valor era de 65,9 por cento. Pode-se destacar com essa informação que o decrescimento do rendimento médio desse grupo populacional foi mais elevado no Brasil do que no estado do Ceará.

Uma medida tradicionalmente utilizada para aferir o nível de desigualdade em uma sociedade é o Coeficiente de Gini (O índice de Gini mede o grau de desigualdade na distribuição de renda). Seu valor pode variar teoricamente desde 0, quando não há desigualdade – as rendas de todos os indivíduos têm o mesmo valor -, até 1, quando a desigualdade é máxima (apenas um indivíduo detém toda a renda da sociedade e a renda de todos os outros indivíduos é nula). O. Ceará e a região Nordeste apresentaram crescimento do índice de Gini nos anos de 2016 e 2017. O Estado apresentava em 2016 coeficiente de Gini de 0,534, passando para 0,552 em 2017. valor superior ao Brasil, mas inferior à região Nordeste.

Com Governo do Estado

Publicado em 20/04/2018 - 12:42 Por Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil Brasília


O embargo da União Europeia ao frango brasileiro deverá gerar, neste ano, perda de 30% sobre o total do produto exportado pelo Brasil para o bloco, que é composto por 28 países, conforme projeção da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A decisão, tomada na última quinta-feira (18), terá impacto em 20 plantas exportadoras (unidades de produção) de nove empresas. A lista oficial das unidades que serão descredenciadas ainda foi divulgada.

Segundo o vice-presidente de Mercado da ABPA, Ricardo Santin, a maior parte da produção deverá ser vendida no mercado interno: "Existem alguns mercados substitutos como o México, a África do Sul e o Oriente Médio, mas estão com a capacidade de suprimento alcançada", diz.

A medida tornará o frango mais barato momentaneamente para o consumidor, mas poderá também gerar demissões no setor.

Santin ressaltou que o prejuízo pode ser menor caso a medida seja revertida rapidamente e disse que outras empresas podem ocupar o espaço deixado pelas plantas descredenciadas, também colaborando para a redução das perdas. "Na Europa, há um sistema de cotas para a importação pelo bloco: se uma empresa não usa a cota, outra pode pedir para usá-la. Ainda não dá para calcular o efeito em definitivo porque outras empresas poderão usar as cotas."

Além disso, é necessário esperar a divulgação oficial da decisão do bloco, o que deverá ocorrer em 15 dias, acrescentou Santin. "Algumas empresas podem ter sido bloquedas para algum tipo de produto, e não para todos. Podem, por exemplo, ter sido bloqueadas para exportar frango com sal, mas podem manter a exportação de frango sem sal". Ele informou que atualmente há 18 empresas autorizadas a exportar frango para a Europa e que o embargo abrange unidades de produção da metade delas.

Carne Fraca

A decisão da União Europeia deu-se após a terceira etapa da Operação Carne Fraca, realizada no ano passado pela Polícia Federal para investigar denúncias de fraudes cometidas por empresários e fiscais agropecuários federais. A Operação Trapaça, deflagrada em 5 de março, teve como alvo a BRF, dona da Sadia e Perdigão. O grupo é investigado por fraudar resultados de análises laboratoriais relacionados à contaminação pela bactéria Salmonella pullorum. Em nota, a BRF negou riscos para a saúde para população.

Ainda não há confirmação oficial, mas, segundo o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, a BRF deverá ser a empresa mais afetada, com as nove plantas autorizadas a exportar atualmente para o bloco suspensas.

A BRF informou, em nota que, até o momento, não foi oficialmente informada sobre a decisão da Comissão Europeia e que não tem como afirmar quais unidades foram contempladas.

A companhia acrescentou que iniciará "a revisão de seu planejamento de produção, que já considera o regime de férias coletivas em quatro de suas unidades: Capinzal (SC), Rio Verde (GO), Carambeí (PR) e Toledo (PR). "Ainda é prematuro prever o impacto dessa revisão, dada a complexidade da cadeia produtiva na qual a BRF está inserida."

Ministério da Agricultura

Em declaração à imprensa, Maggi disse que o ministério não fará "socorro ou coisa parecida" às empresas, mas pode interceder junto a entidades financeiras. "Esses frigoríficos têm financiamentos em bancos e coisas parecidas. Nesse aspecto, se for necessário, o ministério pode auxiliar e fazer os contatos necessários para que não entrem em problema muito profundo."

Maggi informou que pedirá o recadastramento das plantas, uma vez que os problemas apontados pela União Europeia sejam sanados, mas ressaltou que não há prazo para que isso ocorra. Para o ministro, a medida não é sanitária, mas comercial, e o órgão disse que acionará a Organização Mundial do Comércio (OMC).

Exportações

De acordo com a ABPA, o Brasil é o maior exportador de carne de frango do mundo. Ao longo de quatro décadas, o país embarcou mais de 60 milhões de toneladas de carne de frango, em mais de 2,4 milhões de contêineres para 203 países.

As vendas para a União Europeia, no entanto, têm apresentado quedas. De acordo com o Ministério da Agricultura, no ano passado, o Brasil exportou 201 mil toneladas para o bloco. Em 2007, chegou a exportar 417 mil toneladas. Em valores, no ano passado, foram expotados US$ 765 milhões de dólares em frango.

Com Agência Brasil

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) foi autorizada a vender, por meio de leilões públicos, até 1 milhão de toneladas de milho em grãos. O objetivo da oferta é atender à demanda dos criadores de animais, que reclamam dos altos preços do cereal no mercado. A venda será feita por meio de leilões públicos.

“Os preços do cereal no mercado estão iguais ou superiores ao preço de liberação de estoque, definido pelo governo em R$ 19,95 a saca de 60kg [quilos] no estado de Mato Grosso”.

Um primeiro aviso de venda de 200 mil toneladas de milho deve ser publicado ainda hoje (20), dirigido a criadores de aves, suínos, bovinos, ovinos e caprinos cadastrados no Sistema de Cadastro Nacional do Produtor Rural (Sican) e representados por bolsas de mercadorias. O leilão deverá ocorrer no dia 27.

Também foi autorizada a aquisição de até 70 mil toneladas de arroz em casca, ao preço mínimo de R$36,01 pela saca de 60kg. O valor pode variar de acordo com sua classificação em função dos ágios e deságios previstos no Manual de Operações da Conab. Serão destinados R$ 50 milhões para essa compra, a ser feita pelas superintendências regionais da Conab em todo o país, por meio do mecanismo de Aquisições do Governo Federal (AGF), previsto na Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).

De acordo com a Conab, essa medida será necessária para conter a pressão de oferta, em consequência do início da colheita. A companhia diz esperar, como resultado dessas operações, um “enxugamento do mercado e uma mudança das expectativas de queda de preço no setor.”

Com Agência Brasil

Líder no ranking dos estados brasileiros de exportação de “castanha de caju sem casca”, o Ceará é detentor de mais de 75% de tudo que é exportado por esse segmento no país. Nos três primeiros meses de 2018, o setor exportou US$ 26,5 milhões, mostrando a importância da castanha nas exportações cearenses.

Com esse número, o segmento registrou aumento de 6,2% entre 2017 e 2018. Os Estados Unidos são o principal destino da castanha cearense. De janeiro a março de 2018 o país adquiriu US$ 12,4 milhões do produto cearense, representando mais de 45% do total exportado. México e Argentina são destaques por apresentarem aumento de 30% e 117,8%, respectivamente, de 2017 para 2018.

O último balanço consolidado do setor de franquias realizado pela Associação Brasileira do Franchising (ABF) apontou que o setor cresceu 8%, em 2017, e movimentou R$ 163,319 bilhões. De acordo com a entidade, entre os segmentos que tiveram o melhor desempenho na receita trimestral se destaca o de Limpeza e Conservação, que registrou um aumento de 6,2% no faturamento. É nesta categoria que se enquadra a BonaSecco - primeira rede de lavanderias no País a criar o sistema conjugado com ponto de coleta. A marca que atualmente conta com 30 unidades, movimentou R$ 16 milhões no ano passado e prevê encerrar 2018 com um faturamento de 18 milhões.


Para o fundador da rede, João Márcio Moreira, um dos fatores que ajudaram a contribuir com os resultados positivos no franchising é a alta demanda pelos serviços que são oferecidos pelas lavanderias, principalmente por causa da praticidade e a redução de custos que é proporcionada. “A qualidade dos serviços que são oferecidos também é outro fator importante que ajuda a atrair os clientes, utilizamos tecnologia de alto nível, com equipamentos que são fornecidos da Itália, que é considerada o berço tecnológico na fabricação dos equipamentos de limpeza e restauração de peças”, comenta João Márcio.


Fundada em 2003, a marca conta com um processo de limpeza a seco, convencional e Wetcleaning. Realiza a restauração nos mais variados tipos de roupas, tapetes, cortinas, e também conta com o serviço de delivery, fazendo também a embalagem de roupas para viagem. “Oferecemos um serviço completo, conforme a demanda de cada cliente. Também temos investido em inovação e atualmente já contamos com um aplicativo para delivery, que facilita o contato do cliente com os funcionários da loja”, comenta.


Com quatro modelos de franquias, que variam de 49 mil (Ponto de Coleta) a R$ 254 mil (Loja Tipo A), a marca pretende abrir mais 10 unidades até o final do ano, nas principais cidades do País. A rede também oferece suporte para candidatos que não dispõem do capital necessário para abrir uma unidade da marca, auxiliando na busca por financiamento de até 80% do valor total do investimento.


Sobre - Fundada por um ex-militar do exército em 2003, a BonaSecco foi a primeira rede de lavanderias no Brasil a criar o sistema conjugado com ponto de coleta, utilizando tecnologia italiana, realiza a limpeza e restauração dos mais variados tipos de roupas, tapetes, cortinas, pelúcias. Além disso, conta com um serviço de delivery e embalagem para viagem. A empresa conta atualmente com 30 unidades e faturou 16 milhões de reais em 2017.

Após reportagem do GLOBO informando que o reajuste dos planos de saúde individuais ficará em 13%, citando estimativas do mercado, a Agência Nacional de Saúde de Saúde Suplementar (ANS) divulgou nota nesta sexta-feira afirmando que “ainda não há uma definição sobre o percentual de reajuste que poderá ser aplicado pelas operadoras nesse tipo de contrato para o período de maio de 2018 a abril de 2019.”

Segundo o órgão regulador, o índice máximo para o reajuste dos planos individuais deve ser divulgado até junho, “ após consulta prévia ao Ministério da Fazenda, conforme determina a legislação do setor”.

A agência diz que o percentual informado é meramente especulativo e se baseia em fontes do mercado e não encontra respaldo em informações oficiais.

No ano passado, o reajuste autorizado pela ANS para os planos individuais e familiares foi de 13,55%, contra uma inflação de 2,95% (medida pelo IPCA). Esses contratos representam cerca de 20% do mercado da saúde suplementar, com nove milhões de usuários.

Para os 31 milhões de beneficiários atrelados aos planos coletivos empresariais o reajuste é firmado a partir da livre. Em 2017, foram registrados aumento das mensalidades em até 40%.

Com informações O Globo

O mercado de trabalho brasileiro registrou, em março, a abertura de 56.151 empregos com carteira assinada. Apesar de positivo, o número indica um desaquecimento na criação de postos de trabalho em relação ao começo do ano já que em janeiro e fevereiro foram criadas 77.822 e 61.188 vagas, respectivamente.

Os dados fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho. O saldo é resultado de 1.340.153 admissões e de 1.284.002 desligamentos.

Ainda nos dados sem ajuste - que desconsideram informações entregues pelas empresas fora do prazo -, esse é o melhor desempenho para meses de março desde 2013, quando foram criadas 112.450 vagas.

No trimestre, já considerando dados ajustados por informações entregues pelas empresas fora do prazo, o país criou um total de 204.064 postos de trabalho com carteira assinada. Em 12 meses, também considerando números ajustados, foi registrada a abertura de 223.367 vagas.

Setores

Na divisão por setores, houve crescimento em seis das oito áreas econômicas em março. Houve expansão no nível de emprego nos setores de Serviços (mais 57.384 postos), Indústria de Transformação (10.450 postos), Construção Civil (7.728 postos), Administração Pública (3.660 postos), Extrativa Mineral (360 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (274 postos).

Em contrapartida, houve corte de vagas os setores da Agropecuária (-17.827 postos) e do Comércio (-5.878 postos).

Regiões

As regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste foram as que abriram vagas de trabalho no terceiro mês deste ano. Juntas, criaram quase 70 mil postos no período. Já Nordeste e Norte registraram corte de vagas, de 13,8 mil.

O Sudeste foi responsável pela abertura de 46.635 postos, enquanto o Sul criou 21.091 vagas e o Centro-Oeste, 2.264. Os Estados que mais abriram vagas no país em março foram São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Sozinho, o Nordeste eliminou 13.608 empregos, enquanto o Norte extinguiu 231 postos de trabalho. Os piores resultados do país em março vieram de Pernambuco, Alagoas e Mato Grosso.

Intermitente

O trabalho intermitente, modalidade criada pela nova lei trabalhista (que entrou em vigor em novembro de 2017), registrou em março um saldo de 3.199 postos de trabalho criados. O número é resultado de 4.002 admissões e 803 desligamentos.

Os Estados que mais contrataram pela modalidade foram São Paulo (767 postos), Minas Gerais (446), Rio de Janeiro (361), Espírito Santo (316), Goiás (235) e Ceará (171).

 

O Ministério do Trabalho apresentou outros indicadores ligados às alterações na lei trabalhista. No chamado regime de tempo parcial, foram registradas 6.851 admissões e 3.658 desligamentos, gerando saldo de 3.193 empregos no mês. Os Estados com maior saldo de emprego em regime de tempo parcial foram São Paulo (831 postos), Ceará (442) e Santa Catarina (383).

Com informações Valor Econômico

 

O mercado de trabalho brasileiro registrou, em março, a abertura de 56.151 empregos com carteira assinada. Apesar de positivo, o número indica um desaquecimento na criação de postos de trabalho em relação ao começo do ano já que em janeiro e fevereiro foram criadas 77.822 e 61.188 vagas, respectivamente.

Os dados fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho. O saldo é resultado de 1.340.153 admissões e de 1.284.002 desligamentos.

Ainda nos dados sem ajuste - que desconsideram informações entregues pelas empresas fora do prazo -, esse é o melhor desempenho para meses de março desde 2013, quando foram criadas 112.450 vagas.

No trimestre, já considerando dados ajustados por informações entregues pelas empresas fora do prazo, o país criou um total de 204.064 postos de trabalho com carteira assinada. Em 12 meses, também considerando números ajustados, foi registrada a abertura de 223.367 vagas.

Setores

Na divisão por setores, houve crescimento em seis das oito áreas econômicas em março. Houve expansão no nível de emprego nos setores de Serviços (mais 57.384 postos), Indústria de Transformação (10.450 postos), Construção Civil (7.728 postos), Administração Pública (3.660 postos), Extrativa Mineral (360 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (274 postos).

Em contrapartida, houve corte de vagas os setores da Agropecuária (-17.827 postos) e do Comércio (-5.878 postos).

Regiões

As regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste foram as que abriram vagas de trabalho no terceiro mês deste ano. Juntas, criaram quase 70 mil postos no período. Já Nordeste e Norte registraram corte de vagas, de 13,8 mil.

O Sudeste foi responsável pela abertura de 46.635 postos, enquanto o Sul criou 21.091 vagas e o Centro-Oeste, 2.264. Os Estados que mais abriram vagas no país em março foram São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Sozinho, o Nordeste eliminou 13.608 empregos, enquanto o Norte extinguiu 231 postos de trabalho. Os piores resultados do país em março vieram de Pernambuco, Alagoas e Mato Grosso.

Intermitente 

O trabalho intermitente, modalidade criada pela nova lei trabalhista (que entrou em vigor em novembro de 2017), registrou em março um saldo de 3.199 postos de trabalho criados. O número é resultado de 4.002 admissões e 803 desligamentos.

Os Estados que mais contrataram pela modalidade foram São Paulo (767 postos), Minas Gerais (446), Rio de Janeiro (361), Espírito Santo (316), Goiás (235) e Ceará (171).

O Ministério do Trabalho apresentou outros indicadores ligados às alterações na lei trabalhista. No chamado regime de tempo parcial, foram registradas 6.851 admissões e 3.658 desligamentos, gerando saldo de 3.193 empregos no mês. Os Estados com maior saldo de emprego em regime de tempo parcial foram São Paulo (831 postos), Ceará (442) e Santa Catarina (383).

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