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Após reportagem do GLOBO informando que o reajuste dos planos de saúde individuais ficará em 13%, citando estimativas do mercado, a Agência Nacional de Saúde de Saúde Suplementar (ANS) divulgou nota nesta sexta-feira afirmando que “ainda não há uma definição sobre o percentual de reajuste que poderá ser aplicado pelas operadoras nesse tipo de contrato para o período de maio de 2018 a abril de 2019.”

Segundo o órgão regulador, o índice máximo para o reajuste dos planos individuais deve ser divulgado até junho, “ após consulta prévia ao Ministério da Fazenda, conforme determina a legislação do setor”.

A agência diz que o percentual informado é meramente especulativo e se baseia em fontes do mercado e não encontra respaldo em informações oficiais.

No ano passado, o reajuste autorizado pela ANS para os planos individuais e familiares foi de 13,55%, contra uma inflação de 2,95% (medida pelo IPCA). Esses contratos representam cerca de 20% do mercado da saúde suplementar, com nove milhões de usuários.

Para os 31 milhões de beneficiários atrelados aos planos coletivos empresariais o reajuste é firmado a partir da livre. Em 2017, foram registrados aumento das mensalidades em até 40%.

Com informações O Globo

Será lançado nesta segunda-feira (23) o Programa Nem 1 Aluno Fora da Escola, que tem o objetivo de garantir acesso e permanência de todas as crianças e jovens de 4 a 17 anos na escola. Durante o evento, será assinado um Termo de Compromisso pelos gestores municipais presentes. A solenidade contará com as presenças do governador Camilo Santana, da vice-governadora Izolda Cela e do secretário Rogers Mendes, além de prefeitos e secretários municipais de Educação.

Serviço
Lançamento do Programa Nem 1 Aluno Fora da Escola
Data: 23/08 (segunda-feira)
Horário: 9h
Local: Palácio da Abolição. Entrada pela Rua Silva Paulet, 400.

Será lançado nesta segunda-feira (23) o Programa Nem 1 Aluno Fora da Escola, que tem o objetivo de garantir acesso e permanência de todas as crianças e jovens de 4 a 17 anos na escola. Durante o evento, será assinado um Termo de Compromisso pelos gestores municipais presentes. A solenidade contará com as presenças do governador Camilo Santana, da vice-governadora Izolda Cela e do secretário Rogers Mendes, além de prefeitos e secretários municipais de Educação.

Serviço
Lançamento do Programa Nem 1 Aluno Fora da Escola
Data: 23/08 (segunda-feira)
Horário: 9h
Local: Palácio da Abolição. Entrada pela Rua Silva Paulet, 400.

Após as quatro mortes confirmadas pelo vírus influenza H1N1 no Ceará, a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) orientou que os municípios cearenses iniciem nesta sexta-feira, 20, a imunização dos grupos prioritários, antecipando o início da campanha de vacinação contra o vírus, prevista para começar na próxima segunda, 23.

Os 24 casos confirmados pela Sesa da doença no Ceará fizeram a população do Estado ficar assustada, principalmente com as notícias espalhadas nas redes sociais. A coordenadora de Imunizações da Sesa, Ana Vilma, disse, em entrevista à edição desta sexta, 20, do Jornal Alerta Geral (Rádio FM 104.3 – Expresso Grande Fortaleza + 25 emissoras no Interior), contudo, que não há motivo para pânico. “Queremos acalmar a população e dizer que, se a pessoa adoecer, existe uma medicação eficaz para o H1N1”, comenta.

O vírus influenza é uma infecção viral aguda do sistema respiratório, de elevada transmissibilidade e distribuição global. Uma pessoa pode contraí-la várias vezes ao longo da vida e, em geral, tem evolução autolimitada. Porém, em alguns casos, pode evoluir para uma forma grave. Os vírus influenza são transmitidos facilmente por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar.

Existem três tipos de vírus influenza: A, B e C. O tipo C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública, não estando relacionada com epidemias. O vírus influenza A, caso do da gripe H1N1, e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.

A vacinação é uma das medidas mais efetivas para a prevenção da influenza grave e de suas complicações. Neste ano, ocorre a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, entre os 23 de abril e 1º de junho. No Ceará, no entanto, a data inicial da campanha foi antecipada para hoje, motivada também pela grande procura da população por vacinas em clínicas particulares.

Segundo a coordenadora de Imunizações da Sesa, para a primeira etapa, o Ministério da Saúde disponibilizou cerca de 600 mil doses para vacinar os grupos prioritários no Ceará, o que corresponde a 30% do total de vacinas que serão disponibilizadas para o Estado vacinar cerca de 2,28 milhões de cearenses, enquadrados dentro dos grupos prioritários. “Teremos vacinas para todas as pessoas dos grupos prioritários”, lembra Ana Vilma.

A distribuição para os municípios do Ceará, explica a coordenadora de Imunizações, ocorre na mesma proporção em que o Ministério da Saúde distribui a doses para os Estados. Assim, como o Estado receberá, até a próxima segunda-feira, 23, 30% da meta da vacinação, a Sesa vai repassar 30% da demanda que cada cidade do Estado necessita.

Quem deve se vacinar

• Crianças de 6 meses a menos de 5 anos;

• Idosos com 60 anos ou mais;

• Gestantes;

• Mulheres com até 45 dias pós-parto;

• Doentes crônicos;

• Trabalhadores da saúde;

• População Indígena;

• Adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas;

• População carcerária e funcionários do sistema prisional;

• Professoras de escolas públicas e particular;

Como prevenir

• Higienizar as mãos com água e sabonete antes das refeições, antes de tocar os olhos, boca e nariz e após tossir, espirrar ou usar o banheiro;

• Evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies contaminados;

• Proteger com lenços (preferencialmente descartáveis) boca e nariz, ao tossir ou espirrar, para evitar disseminação de aerossóis;

• Pessoas com sintomas, como febre acompanhada de tosse ou dor de garganta com início dos sintomas nos últimos 7 dias, devem evitar contato com outras pessoas suscetíveis, em aglomerações e ambientes fechados;

• Manter os ambientes ventilados;

• Indivíduos que sejam casos suspeitos ou confirmados devem ficar em repouso, utilizar alimentação balanceada e aumentar a ingestão de líquidos;

• Gestantes devem buscar o mais rápido possível o serviço de saúde, caso apresentem sintomas de síndrome gripal;

Ana Vilma ressaltou mais uma vez que a população não deve entrar em pânico e nem correr para as unidades de saúde logo no primeiro dia da vacinação. “Nenhum município tem capacidade de vacinar toda a sua população em um único dia”, finaliza. 

Confira no anexo, ao final desta publicação, a entrevista completa com a coordenadora de Imunizações da Sesa, Ana Vilma.

O reajuste anual dos planos de saúde coletivos para empresas com menos de 30 beneficiários deve ser calculado pelas operadoras com base no agrupamento desses contratos, aplicando o mesmo percentual para todos. O entendimento é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), com base em uma ação movida por um pequeno empresário. No processo, ele questionou o aumento anual de 164,91% aplicado a seu contrato empresarial, após a mudança de faixa etária de dois beneficiários.

O titular do contrato alegou no processo que seu plano de saúde coletivo empresarial tinha como beneficiários ele (o representante legal da empresa), sua mulher e três filhas. Quando o casal completou 60 anos, veio o aumento.

O relator do caso, ministro Villas Bôas Cueva, destacou que os planos coletivos com menos de 30 beneficiários têm características híbridas, pois ora são tratados como coletivos, ora como individuais ou familiares. No caso analisado, ele entendeu que o plano não poderia ser enquadrado como familiar para fins de aumento (com índice anual fixados pela ANS e proteção do Código de Defesa do Consumidor). Ele também ressaltou que já existe uma resolução da ANS contra a inclusão desse tipo de contrato como familiar.

Diante disso, o ministro declarou: “É obrigatório às operadoras de planos privados de assistência à saúde formar um agrupamento com todos os seus contratos coletivos com menos de 30 beneficiários para o cálculo do percentual único de reajuste que será aplicado a esse agrupamento (artigos 3º e 12 da RN 309/2012 da ANS).

No processo, o empresário ainda pediu a anulação da cláusula contratual que permite a rescisão unilateral do contrato, sem motivo. Ele alegou que a possibilidade fere direitos básicos do consumidor, pois favorece a operadora com grande desvantagem para o usuário. Mas a Terceira Turma negou o pedido, pois a rescisão unilateral é proibida somente para planos individuais ou familiares.

Com informações O Globo

 

 

Você sabia que muitas mazelas que hoje se tornaram pandemias no planeta, como alergias, intolerância a lactose, tendência a obesidade, déficit de atenção, entre outras, podem ser evitadas com simples práticas de nutrição saudável, a partir da gestação? É com o objetivo de transferir esse conhecimento para mães, estudantes e interessados, que será realizado nos dias 27 e 28 de abril, na Unifanor, em Fortaleza, o Workshop Saúde Materno Infantil - o Papel da Nutrição.

O curso será ministrado pela especialista em nutrição clinica e pós-graduanda em nutrição materno infantil na prática clinica e ortomolecular, Ticiane Aragão, que tem experiência no atendimento em consultório, de mulheres que desejam engravidar, gestantes, lactantes, crianças e adolescentes. Tem atuação também em atendimento às crianças com diagnostico de TEA, Aspenger, TOAH, síndrome de Down e Câncer Infantil. Segundo ela, o curso abordará os seguintes temas: orientações sobre alimentação na gestação e aleitamento materno; introdução alimentar; alimentação no pré-escolar e a importância da nutrição nos primeiros mil dias de vida da criança.

O Workshop está dividido em dois momentos. Na sexta-feira, dia 27, acontecerá à parte teórica, das 18h30 às 21h30 e no sábado serão duas turmas em aulas práticas, uma das 8 às 11 horas e outra das 13 às 16 horas. O curso prático é optativo, mas tem como pré-requisito ter participado do teórico.

Ticiane assevera que na parte teórica será feita uma abordagem desde o início da gestação, passando pelo período fértil da mulher e da gestação propriamente dita. “Esse é um momento crucial, onde se pode determinar o que a criança pode vir a ser no futuro. A depender do tipo de alimentação da mãe nesse período, se ela utiliza muita alimentação industrializada, pode estar selando o destino do seu filho no futuro, como uma pessoa com hipertensão, com dificuldade para emagrecer ou alérgicas. Isso ocorre porque ela está proporcionando, sem saber, a programação metabólica e seus efeitos na vida futura do seu filho”, pontua.

A especialista frisa que também serão abordados temas como o aleitamento materno, sua importância; a instrução alimentar, quais os grupos alimentares; a alimentação para o pré-escolar; suplementação desde o período pré-gestacional, na pré infância; importância da vitamina D, do Omega 3; dos probióticos; a alimentação na adolescência, entre outros. “Temos uma epidemia de déficit de atenção, que é resultado de uma gestação onde a alimentação não foi a devida”, ressalta.

Segundo Ticiane, nas oficinas no sábado, os alunos vão colocar a mão na massa e aprender receitas práticas, nutritivas, saborosas e saudáveis. “Através da combinação de ingredientes funcionais, e com o intuito é variar a alimentação da criança, vamos dar orientações sobre a escolha dos alimentos para a montagem de uma lancheira saudável”, destaca.

Ela observa que todas as preparações serão degustadas pelos participantes e será entregue uma apostila contendo um resumo da parte teórica e outra com todas as receitas confeccionadas na oficina. “Vamos desenvolver receitas para atender desde bebês até as crianças em idade escolar e crianças com seletividade. Serão receitas saudáveis como, por exemplo, gelatina feitas só com suco de fruta, nuggets com frango e linhaça, coxinha saudável, entre outros”, detalha.

Serviço:

WorkShop Saúde Materno Infantil

Dias: 27 e 28 de abril

Local: Unifanor - Campo Dunas

Endereço: Rua Antonio Gomes Guimarães, 150, Papicu

Mais informações

Contatos – Andreza (085) 98715 1101

       Neyce (085) 98699 -1303

Email: promoflordivina@gmail,com

Inscrições: https://goo.gl/2Kow34

Os moradores do bairro Conjunto Ceará, em Fortaleza, recebem nesta quinta-feira (19), às 9 horas, a nova sede da Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Maria Antonieta Nunes. A unidade tem capacidade para atender até 540 alunos. O investimento foi de R$ 7,3 milhões, provenientes dos Governos Federal e Estadual. Esta será a segunda escola entregue neste ano àquela comunidade. A primeira foi a Escola de Ensino Médio Gentil Barreira, em fevereiro.

A estrutura é constituída de três pavimentos, com 12 salas de aula, auditório, biblioteca, laboratórios de Informática, Física, Química, Biologia e de Matemática, biblioteca, além de ginásio poliesportivo. A obra foi supervisionada pelo Departamento de Arquitetura e Engenharia (DAE), órgão vinculado à Secretaria da Infraestrutura (Seinfra).

Em 2018, a Escola passou a ofertar o tempo integral para os estudantes. Assim, cumpre jornada de nove horas, garantindo três refeições diárias. O currículo é composto por 30 horas semanais de disciplinas da base comum a todos e 15 horas na parte flexível, sendo que 10 são escolhidas pelos alunos. A oferta das eletivas é estruturada levando em consideração eixos temáticos, de modo a possibilitar aos alunos a estruturação de seu itinerário formativo e uma reflexão sobre sua trajetória acadêmica, desenhada por suas escolhas e interesses.

Serviço

Inauguração da nova sede da Escola Maria Antonieta Nunes

Data: 19 de abril de 2018

Horário: 9 horas 

Endereço: Rua 916, s/n, 4ª etapa – Conjunto Ceará – Fortaleza-CE

 

Com informações Governo do Estado do Ceará

O Brasil está em guerra. Melhor, o mundo todo está em guerra contra o assassino número um do planeta: o Mycobacterium tuberculosis. Esse vilão mata, aproximadamente, dois milhões de pessoas ao redor do mundo todos os anos. Conhecido também como bacilo de Koch, essa bactéria é responsável pela Tuberculose – uma doença que já matou reis e plebeus. Mas, apesar da fama de maior vilão de todos os tempos, a doença tem um ponto fraco que já foi descoberto pela ciência. Realizando o tratamento adequado e até o final, os medicamentos combinados em comprimidos conseguem destruir a bactéria.Mas, precisamos ter atenção. Porque esse vilão sempre acha um jeito de continuar na história. Quem conta mais detalhes é a coordenadora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose, Denise Arakaki.

“A tuberculose tem cura, ela é de diagnóstico fácil. É uma doença curável. Mas, apesar de todos os esforços, é a doença que mais mata no mundo. Ela superou, como agente único, a doença causada por um único agente, ela conseguiu superar número de mortes pelo HIV, pela malária, por todas essas outras doenças. Então, hoje o Mycobacterium tuberculosis é considerado o matador número um do planeta.”

E esse perigo pode atingir qualquer pessoa em qualquer parte. Isso porque o bacilo fica suspenso no ar. e tem uma tática infalível para se manter vivo por gerações e gerações. A doutora Arakaki explica a razão.

“A Tuberculose nunca será erradicada. Por quê? Porque sempre haverá pessoas que tem o bacilo dentro de si. E uma vez que a gente pode ter o bacilo dentro de nós, quando a gente envelhece, quando a gente desenvolve um diabete, quando a gente desenvolve uma doença, uma doença imunossupressora, quando a gente desenvolve um câncer e faz uma terapia imunossupressora, são momentos em que o bacilo se manifesta. Porque a gente sabe que a Tuberculose se aproveita de situações de vulnerabilidade. Então, a Tuberculose sempre existirá. E por isso que a Tuberculose é uma das doenças mais antigas do mundo e ela consegue se manter ao longo da história viável, apesar de todas as mudanças sociais que nós presenciamos, que a gente já viveu, a Tuberculose continua viva.”  

Mas calma! Apesar da quase imortalidade nós temos como derrotar o Mycobacterium Tuberculosis. É só ficar atento aos sintomas: tossiu por mais de três semanas ou está suando demais à noite e perdendo muito peso rápido? Vá para a unidade de saúde mais próxima e peça para fazer o teste da Tuberculose. É gratuito. E se o diagnóstico for positivo, comece o tratamento imediatamente! E, claro, não pule nenhuma etapa. Lembre-se: estamos em guerra contra esse assassino e podemos vencer! Tuberculose tem cura. Todos juntos contra a Tuberculose. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/tuberculose.

 

Com informações Agência do Rádio

está em guerra. Melhor, o mundo todo está em guerra contra o assassino número um do planeta: o Mycobacterium tuberculosis. Esse vilão mata, aproximadamente, dois milhões de pessoas ao redor do mundo todos os anos. Conhecido também como bacilo de Koch, essa bactéria é responsável pela Tuberculose – uma doença que já matou reis e plebeus. Mas, apesar da fama de maior vilão de todos os tempos, a doença tem um ponto fraco que já foi descoberto pela ciência. Realizando o tratamento adequado e até o final, os medicamentos combinados em comprimidos conseguem destruir a bactéria.Mas, precisamos ter atenção. Porque esse vilão sempre acha um jeito de continuar na história. Quem conta mais detalhes é a coordenadora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose, Denise Arakaki.

“A tuberculose tem cura, ela é de diagnóstico fácil. É uma doença curável. Mas, apesar de todos os esforços, é a doença que mais mata no mundo. Ela superou, como agente único, a doença causada por um único agente, ela conseguiu superar número de mortes pelo HIV, pela malária, por todas essas outras doenças. Então, hoje o Mycobacterium tuberculosis é considerado o matador número um do planeta.”

E esse perigo pode atingir qualquer pessoa em qualquer parte. Isso porque o bacilo fica suspenso no ar. e tem uma tática infalível para se manter vivo por gerações e gerações. A doutora Arakaki explica a razão.

“A Tuberculose nunca será erradicada. Por quê? Porque sempre haverá pessoas que tem o bacilo dentro de si. E uma vez que a gente pode ter o bacilo dentro de nós, quando a gente envelhece, quando a gente desenvolve um diabete, quando a gente desenvolve uma doença, uma doença imunossupressora, quando a gente desenvolve um câncer e faz uma terapia imunossupressora, são momentos em que o bacilo se manifesta. Porque a gente sabe que a Tuberculose se aproveita de situações de vulnerabilidade. Então, a Tuberculose sempre existirá. E por isso que a Tuberculose é uma das doenças mais antigas do mundo e ela consegue se manter ao longo da história viável, apesar de todas as mudanças sociais que nós presenciamos, que a gente já viveu, a Tuberculose continua viva.”

Mas calma! Apesar da quase imortalidade nós temos como derrotar o Mycobacterium Tuberculosis. É só ficar atento aos sintomas: tossiu por mais de três semanas ou está suando demais à noite e perdendo muito peso rápido? Vá para a unidade de saúde mais próxima e peça para fazer o teste da Tuberculose. É gratuito. E se o diagnóstico for positivo, comece o tratamento imediatamente! E, claro, não pule nenhuma etapa. Lembre-se: estamos em guerra contra esse assassino e podemos vencer! Tuberculose tem cura. Todos juntos contra a Tuberculose. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/tuberculose.

O câncer figura como principal causa de morte em 516 dos 5.570 municípios brasileiros. É o que aponta pesquisa divulgada hoje (16) pelo Observatório de Oncologia do movimento Todos Juntos Contra o Câncer, em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM). O estudo alerta que a doença avança no Brasil ano após ano e, caso a trajetória seja mantida, em pouco mais de uma década as chamadas neoplasias serão responsáveis pela maioria dos óbitos em todo o país.

Os dados mostram que a maior parte das cidades brasileiras onde o câncer aparece como principal causa de morte está localizada em regiões mais desenvolvidas, justamente onde a expectativa de vida e o Índice de Desenvolvimento Humanos são maiores. Dos 516 municípios onde os tumores mais matam, 80% ficam no Sul (275) e Sudeste (140), enquanto o Nordeste concentra 9% dessas localidades (48); o Centro-Oeste, 7% (34); e o Norte, 4% (19).

As cidades em questão concentram, ao todo, uma população de 6,6 milhões de pessoas. Onze delas são considerados de grande porte, sendo Caxias do Sul (RS) a mais populosa entre elas, com quase meio milhão de habitantes. São classificadas como de médio porte 27 cidades com população entre 25 mil e 100 mil pessoas, enquanto as demais, maioria, se situam na faixa de pequenos municípios, com menos de 25 mil habitantes. Araguainha, menor município do Mato Grosso, é também a menor cidade identificada na lista.

De acordo com o estudo, o Rio Grande do Sul é o estado com maior número de municípios (140) onde o câncer aparece como primeira causa de morte. Enquanto em todo o país as mortes pela doença representam 16,6% do total, no território gaúcho, o índice chega a 33,6%. Um dos fatores que, segundo a pesquisa, pode explicar a alta incidência de câncer na região são as características genéticas da população, que pode apresentar maior predisposição para desenvolver um tipo de câncer.

Perfil

Com base no Sistema de Informações de Mortalidade, a pesquisa identificou que, das 9.865 mortes registradas nas 516 cidades ao longo do ano de 2015, a maioria foi entre homens (57%). Seguindo a tendência, em 23 estados, os homens lideram o número absoluto de mortes. Em 21 municípios, não houve sequer um registro de óbitos entre mulheres. Apenas no Ceará e no Mato Grosso do Sul, elas foram maioria nos registros de óbitos, enquanto em 62 cidades, as mortes registradas foram iguais para ambos os sexos.

Com relação à idade, metade dos óbitos se concentra nas faixas de 60 a 69 anos (25%) e de 70 a 79 anos (25%). Em seguida, a maior proporção aparece no grupo com mais de 80 anos (20%). Crianças e adolescentes até 19 anos somaram 19% dos óbitos no mesmo ano.

Números

O levantamento revela ainda que, em 2015, foram registradas 209.780 mortes por câncer no Brasil – um aumento de 90% em relação a 1998, quando foram registrados 110.799 óbitos pela doença. O crescimento das mortes por neoplasias durante o período, segundo o relatório, foi quase três vezes mais rápido que o crescimento dos óbitos provocados por infartos ou derrames.

Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que, em todo o planeta, o câncer é responsável por 8,2 milhões de mortes todos os anos. Cerca de 14 milhões de novos casos são registrados anualmente e a previsão da entidade é que as notificações devam subir até 70% nas próximas duas décadas.

Com informações Agência Brasil

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