Fortaleza, 18 de maio de 2012
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Comerciante pede agilidade em investigação do assalto que deixou esposa baleada

Ele questiona o porquê de, até hoje, ninguém ter procurado o estabelecimento comercial para tentar entender o ocorrido na data do crime.

Por: Roberta Farias

O assalto que deixou lesionada a comerciante Patrícia Bezerra Landim, 38, residente no bairro da Parangaba, em Fortaleza, deixou marcas na família. O estabelecimento comercial de propriedade de Patrícia e de seu esposo Jocélio Bezerra tornou-se alvo de assaltantes no último dia 19 de janeiro, quando dois homens – até o momento, não identificados – invadiram seu comércio de venda de polpas de fruta e anunciaram o assalto e efetuaram disparos contra Patrícia.

O esposo Jocélio entrou em contato com a redação do Portal Ceará Agora para buscar celeridade no processo de investigação do caso e reforça que Patrícia continua internada na UTI de um hospital particular, com uma das balas alojada na cabeça.

Ele questiona o porquê de, até hoje, ninguém ter procurado o estabelecimento comercial para tentar entender o ocorrido na data do crime. “Ninguém foi tentar entender a dinâmica do crime. Eles (policiais civis) muitas vezes por identificar a dinâmica do crime eles podem, facilmente, a uma determinada pessoa, a um determinado crime”, disse o esposo de Patrícia.

Jocélio Bezerra destaca o papel da titular do 5º Distrito Policial, Eliane Barbosa, que atendeu a ocorrência, e reconhece que a mesma tem mostrado preocupação em agilizar o processo, mas a justificativa é que falta efetivo policial.

“Eu vejo que ela (delegada Eliane) tem um pouco de interesse em fazer a coisa (...) ela diz que está de mãos atadas por que não tem ninguém para mandar lá para poder ver aonde é a fábrica de frutas, pra ver a dinâmica do crime por que realmente falta pessoal”, lamenta.

A produção conversou com a delegada Eliane Barbosa, que lamentou o estado de Patrícia Bezerra e reforça que a Polícia Civil está dentro do prazo estabelecido para dar andamento às investigações.

“Lamentamos a situação da Patrícia, já oitivamos as pessoas que estavam no local, o esposo, nós tempos o nosso prazo legal a cumprir de 30 dias, já que o inquérito não se trata de flagrante”, argumenta a delegada.

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