O Governo está fazendo a sua parte para por um ponto final na greve dos policiais militares e bombeiros, que teve início no último dia 29. Depois de oferecer anistia a todos os policiais que aderiram ao movimento paredista e propor um reajuste salarial de 25%, recusado na última rodada de negociações pelos grevistas, uma nova proposta será apresentada logo mais.
Além do direito a anistia, a proposta oferece uma redução da carga horária de 40h, a incorporação de uma gratificação pro turno "c" de R$ 859 e um reajuste salarial de 7%. Fortes sinais indicam que dessa vez a categoria vai aceitar a proposta, permitindo que a população respire aliviada com o fim da greve.
Mas resta ainda uma desconfiança por parte dos policiais, que temem estarem sendo enganados. Daí surge uma nova exigência: um documento assinado pelo próprio Governador Cid Gomes, ou a manutenção da greve pelos próximos dias.
Fortaleza, 18 de maio de 2012
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Comentários
por mais que queiram encobrir
por mais que queiram encobrir a moral da estoria, uma voz não que calar, de quem é a culpa pela greve dos policiais militares, da população é de quem não é, pagamos impostos, para termos direito a segurança que por sua vez é dever do estado, movam-se as autoridades desse Estado e resolvam o problema rápido, não adianta liminar da justiça, essa medida veio causar ainda mais revolta entre os policiais, eles não estam preocupados com pagamento de multas ou punições administrativas, mas com a defesa de suas próprias dignidades como pessoas humanas, lamento que o povo cearense tenha que pagar o preço por tudo isso, fato inédito na história do nosso Estado, enquanto nossos governantes se fazem de bonzinhos
Infelizmente o que estamos
Infelizmente o que estamos acompanhando é o processo democrático da greve em um período de um pré processo eleitoral, diante das guerras entre os setores de prestação de serviço, em uma verdadeira fila cidadã esperando o momento para entrarem em greve em lograrem êxito diante da opinião pública e apoio ou não da mídia, infelizmente faz parte de uma guerra de opiniões a respeito do cumprimento das posições políticas após um processo que era apenas para afetar uma festa de fim de ano aparentemente agora de vira contra o seu mantenedor governamental, nisso tudo os cidadãos que ficam a mercê das falanges criminosas desorganizadas ou organizadas, já que com polícia na rua já somos um dos Estados com o maior número de criminalidade e agora sem, como ficamos?.
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