Bate-Papo: Governo e oposição colidem quanto à intenção de aprovação da reforma da Previdência

O assunto foi destaque no Jornal Alerta Geral desta segunda-feira (21). 

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Ordem do dia.rrPlenário vota, em 1° turno, a reforma da Previdência (PEC 6/2019).rrÀ mesa:rsenador Izalci (PSDB-DF);rsenador Carlos Viana (PSD-MG);rpresidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).rsenador Eduardo Gomes (MDB-TO); rsenador Marcio Bittar (MDB-AC).rrFoto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Semana de debates sobre a reforma da Previdência! A expectativa do governo federal é decidir nesta terça-feira (22) o encaminhamento para aprovação da Proposta de Emenda à Constituição que institui novas regras para a concessão do benefício da aposentadoria. O assunto foi destaque no Jornal Alerta Geral desta segunda-feira (21).

Alterando a idade mínima para os trabalhadores se aposentarem, a PEC estabelece 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, enquanto o tempo de contribuição sobe para 20 anos no caso dos homens e fica em 15 para as mulheres. Em análise no Senado, o governo espera que as normas não sofram atrasos e sejam aprovadas com facilidade tal como o placar obtido no primeiro turno.

Para o jornalista Beto Almeida, a expectativa do governo colide apenas com a intenção da oposição de suprimir pontos considerados prejudiciais:

A expectativa é essa, de que não haja atropelos. A pretensão é concluir de vez o projeto principal, a oposição ainda acredita que dá sim para votar algumas emendas separadas, tem nove delas que ainda tentam fazer mudanças. São mudanças que não mexem no teor principal, elas vão mais suprimir o que no entendimento da oposição prejudica o trabalhador

Paralelo ao texto principal está a tramitação da PEC paralela que inclui estados e municípios dentro da reforma da Previdência. Além disso, no que se refere a aposentadoria dos militares as alterações que criam novos adicionais no soldo para cabos e solados podem gerar um aumento de até 75% na remuneração dos militares, elevando os custos para R$ 86 bilhões de reais.

O governo espera repetir o mesmo resultado do primeiro turno e sair vitorioso nesta que é a pauta mais importante desde o início da nova gestão federal.

Leia a Anterior

Ceará é 5º em Educação no País em 2019

Leia a Próxima

Beto Almeida destaca, no Alerta Geral, farra de Pedro Bezerra com dinheiro do contribuinte