Em defesa do BNB, Sarto vai a Brasília para reunião com Rodrigo Maia e Alcolumbre

A reunião tem o objetivo principal de esclarecer a informação de que o BNB e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) iriam ser fundidos

Presidente do ParlaNordeste, José Sarto (PDT) / Foto : Júnior Pio / Reprodução

O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, José Sarto (PDT), participa, nesta terça-feira (16), de reuniões do ParlaNordeste, que é formado pelos presidentes das assembleias legislativas dos estados nordestinos, com os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM) para definir os rumos do Banco do Nordeste (BNB).

O deputado aponta que o BNB é um banco de fomento que tem ligação histórica com o Ceará, assumindo um papel econômico importante em sua economia.

A região Nordeste é, historicamente, já machucada pelo modelo de pacto federativo que nós temos, que, em detrimento do Sul e do Sudeste, deixa para cá menos recursos do que nós precisamos”, comentou José Sarto.

A reunião tem o objetivo principal de esclarecer a informação de que o BNB e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) iriam ser fundidos. Outro ponto em debate é a saída ou não do Fundo do Nordeste da gerência do BNB. Os encontros serão terça-feira, às 12h, com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e às 15h, com o  presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

O presidente da AL, que foi eleito em março de 2019 secretário-geral do ParlaNordeste, defende a manutenção do BNB e de outros órgãos importantes para a economia regional. Sarto afirma, também, que irá convidar as bancadas da região para a defesa dessas instituições.

“Com a confirmação da agenda dos presidentes da Câmara e do Senado, nós vamos convidar as bancadas do Nordeste para nos ajudarem nessa pauta, que é em defesa da manutenção do Banco do Nordeste do Brasil e de outros órgãos, como a Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste), Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) e Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS)”, afirma José Sarto.

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