‘Já houve agressão no Congresso, imagina se você andar armado’, questiona Beto Almeida

Em meio à confusão e acusações, PEC da Previdência Social, com mudanças no BPC e na aposentadoria rural, é considerada constitucional

A reforma previdenciária começa a andar e, nessa primeira etapa, com impacto na vida dos cearenses: o parecer sobre a constitucionalidade do deputado Marcelo Freitas (PSL-MG) foi lido, nessa terça-feira, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal. O parecer apresentado é pela admissibilidade total da Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

No entanto, uma confusão suspendeu a sessão da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. O deputado Delegado Waldir, do PSL de Goiás e líder do partido de Jair Bolsonaro na Casa, foi acusado pelo deputado Eduardo Bismarck, do PDT do Ceará de estar armado em plenário. Após a confusão, Waldir mostrou a jornalistas o coldre vazio. No entanto, Bismarck acusa o líder do PSL de ter passado a arma para outra pessoa no meio do tumulto.

O jornalista Beto Almeida reafirma a seriedade da acusação, chamando atenção ao perigo que o porte de arma dentro de um ambiente propício a discussões pode causar. Beto relembra também o caso do pai do senador Fernando Collor de Melo, o então também Senador, Arnon Afonso de Farias Melo, chegou a atirar e matar Silvestre Péricles no Congresso.

Um dos pontos mais polêmicos, a proposta para o benefício assistencial a idosos de baixa renda foi declarada legal pelo relator. A ideia do governo é pagar R$ 400 a partir de 60 anos e um salário mínimo a partir dos 70 anos.
O relator recomendou, porém, que a comissão especial “examine com profundidade a conveniência, a oportunidade e a justiça dos parâmetros fixados”. A mesma recomendação foi feita para os parâmetros da aposentadoria rural, também questionados pela oposição, mas considerados constitucionais pelo deputado.

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