Postura alvinegra para os dois próximos confrontos será decisiva no resultado

Após dois confrontos seguidos sem apresentar o futebol esperado (um pelo Campeonato Cearense e outro pela Copa do Brasil), o Ceará tem dois desafios difíceis pela frente. No sábado (6), o Vozão pega o Náutico, em casa, para tentar seguir em frente no Nordestão. Já na próxima quarta (10), o segundo jogo contra o Floresta promete – o primeiro terminou 2 tentos para cada.

Contra o Corinthians, último jogo do Vozão, nos últimos 15 minutos nos quais o time resolveu jogar, apareceu o volume de jogo e a qualidade individual do elenco. No primeiro duelo contra o Floresta – a mesma coisa. Diante das atuações do alvinegro e, principalmente, de sua postura no início dos jogos, o mais comum é o torcedor questionar: por que o Lisca insiste tanto no que não funciona?

Alvo de intensas críticas da torcida, o meia Ricardinho está sendo sacrificado pelo panorama montado por Lisca. O meia apresenta um ótimo passe e visão aprofundada para os pontas – que não vem sendo utilizadas. Baxola, que ocupa a parte esquerda do time adversário, tem seu futebol limitado pelo espaço imposto por Lisca. O meia, que saiu lesionado contra o Corinthians, infelizmente, fica com seu futebol enjaulado pela formação.

Postura

Nos próximos jogos – decisivos – a postura alvinegra precisa ser outra desde o início. Jogadores, como Fernando Sobral e Wescley (mesmo não estando em condições físicas ideais), precisam de mais oportunidades. Lisca precisa ser menos rígido na formação e testar o melhor que o time pode dar. Jogadores de qualidade são evidentes no elenco, basta que tenham a chance de jogar conforme suas características.

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