“Verdadeiro absurdo”, afirma Henrique César sobre condições de atuação de médicos cubanos no Brasil

De acordo com a medida provisoria que cria o Programa Médicos pelo Brasil, os cubanos poderão ser contratos por até dois anos na condição de intercambistas (um novo tipo de médico), ou seja, com a atuação limitada ao programa.

O médico e professor universitário Henrique César, em seu comentário, nesta quinta-feira (28), no Jornal Alerta Geral (FM 104.3 – Grande Fortaleza + 33 emissoras + redes sociais), informou sobre as principais mudanças trazidas pelo novo programa do Governo Federal, Médicos Pelo Brasil.

Às vésperas de perder a validade, a Medida Provisória 890/19, que cria o Programa Médicos pelo Brasil, substituto do Mais Médicos, foi votada na Câmara dos Deputados última terça-feira (26). A medida permite a reincorporação dos médicos cubanos que permaneceram no país após o fim do convênio entre Cuba e o Brasil.

Henrique esclarece que, de acordo com a Medida Provisória, os cubanos poderão ser contratos por até dois anos na condição de intercambistas (um novo tipo de médico), ou seja, com a atuação limitada ao programa.

Na opinião do médico, a determinação é um “verdadeiro absurdo, um contrassenso. O governo afirma que o indivíduo é qualificado para ser médico mas só para a camada mais vulnerável da população, a camada mais pobre, o rico tem um acesso a medicina diferente”.

O médico relembra que a Câmara também aprovou o programa de revalidação de médicos formados no exterior.

+ Confira mais informações com  correspondente do Jornal Alerta Geral, Carlos Silva

Confira na íntegra o comentário do médico e professor universitário Henrique César:

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